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Eduardo Campolina, professor da Escola de Música da UFMG, nos deixou um

    Eduardo Campolina, professor da Escola de Música da UFMG, nos deixou um sensível depoimento sobre o espaço de acolhimento, experimentação e trocas que a Fundação proporciona para o desenvolvimento do saber musical.

    Confira na sequência deste post

    Você tem alguma lembrança da FEA? Compartilhe suas vivências conosco usando a hashtag #FEA60anos

    #ParaTodosVerem:Post em carrossel em 6 telas. Na primeira fotografia de Eduardo Campolina. Abaixo, o texto: "Depoimentos FEA". Na segunda tela, o texto: "O MÚSICO PRECISA DE UM CAMPO MINIMAMENTE
    ESTABELECIDO PARA PODER SE DESENVOLVER EM SEU PERCURSO. E ESSE CAMPO É FEITO DE PESSOAS E DE LUGARES. AS PESSOAS SÃO FUNDAMENTAIS NA MEDIDA EM QUE SE ABREM PARA AS TROCAS E AÍ SER PROFESSOR OU SER ALUNO NEM É O MAIS IMPORTANTE, O QUE CONTA É ESTAR DISPONÍVEL". na terceira: "OS LUGARES SÃO PREENCHIDOS PELAS PESSOAS. E SÃO ELAS QUE TORNAM ESSE LUGAR ACOLHEDOR, NA MEDIDA EM QUE SE ABREM PARA AS BOAS TROCAS. A FUNDAÇAO DE EDUCAÇÃO ARTISTICA SEMPRE ME PARECEU UM LUGAR DE TROCAS. ALI, O MAIS IMPORTANTE SEMPRE FOI A VONTADE DE EXPERIMENTAR, DE CORRER RISCOS EM CONJUNTO, APOIADA EVIDENTEMENTE EM UM UMA SENSIBILIDADE ATENTA AO OUTRO, E EM UM ESPÍRITO CRÍTICO AO MESMO TEMPO OUE CONSTRUTIVO" na quarta: NESSES LUGARES NEM TUDO DÁ CERTÍSSIMO, MAS NEM IMPORTA. POIS É NESSE AMBIENTE QUE A VIDA ACONTECE, NESSES LUGARES SE RESPIRA E CRESCE. ESSA É A IMPRESSÃO QUE GUARDO NA MEMÓRIA - BONS COLEGAS, BONS TRABALHOS, ENERGIA BEM EMPREGADA. AGRADEÇO SEMPRE."
    Eduardo Campolina, professor da Escola de Música da UFMG. Na quinta tela a marca dos 60 anos da Fundação, seguida pela grade de patrocinadores.

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